28/03/2004
Olá!
Gente, quando o Gui criou esse blog “pra mim”, achei ótimo e adorei a idéia de colocar na net o que sinto, o que faço... além, é lógico, de poder me exibir “pra quem quiser ver”, que é o que realmente gosto. Vocês não tem noção o prazer que sinto quando sei que estou sendo observada. Acho que já falei que adoro colocar minis curtinhas pra ir a shopings e ficar andando nos pisos superiores pra facilitar a vida dos “voyeurs” que ficam embaixo, esperando bem isso mesmo. Mesma coisa em barzinhos que tem piso superior. Ou aquelas tradicionais agachadinhas “sem maldade” em supermercados ou mesmo nas baladinhas. Ou ainda aquela delícia que foi provocar os meninos que me atenderam quando meu carro estragou no estacionamento do shopping (lembram, contei no outro blog). Eu ali, entre os dois, mostrando os peitinhos pra um deles e parte da minha bundinha pro outro. É lógico que eles percebem que é proposital, mas eu fico com a carinha mais natural do mundo, como se não fosse comigo. Tenho certeza que até hoje eles devem falar de mim, e espero que já tenham gozado várias vezes por minha causa. Já, outras vezes, faço questão que percebam que é comigo mesmo. Gosto muito de “paquerar” quando saio com o Gui. Acho que o fato de estar com ele fica mais interessante. As vezes estou dançando com o Gui e se percebo que tem algum homem me olhando, começo a “encarar” mesmo. Apesar de estar com o Gui, reservo pra ele os movimentos mais sensuais, tipo provocando mesmo. Tento adivinhar o que ele estaria pensando: “Olha só, que safada, com o marido e me dando a maior bola... só apanhando mesmo...” rsrs. Deve ser alguma coisa assim, né? Uma vez, eu e o Gui estávamos viajando e resolvemos parar pra tomar alguma coisa.. Nessa lanchonete, numa mesa próxima a nossa, tinha dois caras e notei que me olhavam e comentavam. Comecei a olhar pra eles também, eventualmente. Quando acontece esses lance, o Gui fica bem na dele. Chegaram até a fazer sinaizinhos pra mim. Eu olhava, dava uma risadinha, e continuava conversando com o Gui. Daí um deles me mandou um beijinho, e aí pensei: “Ah, tão querendo né?”. Então virei um pouco minha cadeira, de modo que minhas pernas ficassem na direção deles. Fiquei com meu corpo virado pro Gui, conversando com ele, e abri totalmente minhas pernas, dando toda a visão pros meus “amiguinhos”. De vez em quando olhava pra eles com aquela cara de safada. Eles nem faziam sinais mais... Estavam com os olhos pregados nas minhas pernas, ali, toda aberta pra eles... E eu totalmente molhada... rsrs. O Gui já me falou várias vezes que eu perco a noção dos limites quando fico assim, mas eu pergunto: Tem limite pra isso??? Acho que o limite é respeitar idosos e crianças... O resto tem mais é que olhar mesmo, desde que goste. É lógico que isso tudo não quer dizer que eu saio “catando” todo mundo por aí. Gosto de me exibir sim, pra qualquer um que queira ver. Sinto tesão em saber que o cara me ache uma putinha exibida... Mesma coisa aqui. Fico taradinha quando vejo os comentários... Falando como sou putinha, que fariam isso com minha bocetinha, aquilo com minha bundinha...É ótimo... Pra mostrar mais ou menos como é, deixo umas fotos que o Gui tirou no estacionamento de um Hiper, ontem à tarde. É entrar pra fazer compras e dois minutos já tem carinha seguindo, espiando... E eu não quero que eles percam seu tempo... rsrs. Beijos (podem escolher aonde)...
Luana.
Comentários()
25/03/2004
Oi gente!
Sei que demorei, mas é que a balada de sábado “emendou” com almoço em família no domingo, visitas na segunda, etc... E sei ainda que tem gente curiosa querendo saber o que rolou no sábado, mas fiquem sabendo que “ninguém comeu ninguém”... A não ser que comer com os olhos conte... Se valer, nossa, transei muito... rsrs. O tal “bailão” tava muito gostoso mesmo. O Edu acertou quando disse que era “diversão garantida”. Estávamos em quatro casais e a maior parte do tempo ficamos dançando e conversando próximos a nossa mesa. Teve uma hora que eu estava a fim de um pouco mais, então puxei o Gui e sentamos um pouco. Começamos a nos beijar ali mesmo. O Gui já tinha tomado um pouco demais e, quando ele faz isso, geralmente fica ótimo. Começou a passar sua mão em mim enquanto me beijava. Não demorou muito pra que sua mão estivesse nas minhas pernas. Ele passava ela lentamente na minha perna até encostar seus dedos na minha calcinha, e aí voltava até quase meu joelho. O meu tesão misturado com aquela música alta me deixava louca. Abri um pouco minhas pernas, escorreguei meu corpo na cadeira, de maneira que fiquei praticamente deitada nela. Daquele jeito, minhas pernas ficavam totalmente embaixo da mesa. Então ninguém podia ver nada, apesar de todo mundo saber o que estava acontecendo. O Gui chegou a afastar minha calcinha e passar seus dedos sobre minha bocetinha. Sorte que ele estava me beijando nessa hora, se não ia ser difícil ficar quieta. Ficamos um tempo assim, até que os outros casais começaram a zoar, fazendo brincadeiras. O Edu disse: “Calma gente, que a noite é uma criança...”. Aquele casal amigo (da chácara) fez tipo uma cortina se juntando com os outros casais. Só bagunça... Eu e o Gui ficamos mais um tempo sentados. Daí eu disse pra ele: “Gui, tira a mulher do Edu pra dançar?”. Ele falou: “Não precisa pedir duas vezes...”. E foi. Começou a dançar com ela e, ato contínuo, o Edu veio me tirar pra dançar também. A princípio ficamos ali mesmo, perto da mesa. Teve uma hora que pensei: “Pra nós, que não somos swingers, o lance deve começar mais ou menos assim...”. Será que não? Depois de um tempo fomos pro meio do salão e, no meio daquela galera toda, deu pra aproveitar mais. Comecei a apertar meu corpo contra o Edu e rapidinho deu pra sentir seu pau duro contra mim. A vontade que eu tinha era de pegar no pau dele ali mesmo, sentir na minha mão ele duro e quente, como aquele dia, no carnaval. Depois de um tempo, ele disse no me ouvido: “Lu, ou paramos agora, ou vou gozar aqui mesmo”. Que tesão, pensei. Fazer o cara gozar assim, só me esfregando nele, no meio de tanta gente. Mas achei melhor não. Ele me acompanhou até perto da nossa mesa, e foi pro banheiro. Acho que ele tinha que dar um jeito naquele volume pois estava impossível disfarçar. Só que já estava passando das três horas e, vocês lembram, né? Balada com hora marcada... Todo mundo pra casa do Edu. Uma hora em que ficamos um pouco mais afastados, o Edu falou pra mim: “Lu, eu tenho que dar um jeito de ficar com você. Não dá mais pra agüentar assim...”. Olhei pra ele e respondi: “Pode ter certeza que vou sentir teu pau na minha bocetinha, na minha bundinha, onde você quiser... Certeza, como dois e dois são quatro...”. Ele falou: “Promete Lu.... Certeza mesmo?”. E repeti pra ele: “Como dois e dois são quatro...”. Gente, é inevitável... Logo vamos ter uma oportunidade... E não vai demorar muito... Nossa, ta muito tarde e tenho que acordar cedo, logo mais. Mas, pra não perder a oportunidade, vou deixar uma foto da minha bundinha pra vocês... O tarado do meu marido costuma dizer que “dá pra perder uma meia horinha ali...”. Ou não dá?
Luana.
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