23/05/2004
Esse lance com o Beto me deixou muito excitada. O Gui estava viajando aquele dia e, a noite, na minha cama, sozinha, comecei a lembrar o que tinha acontecido. Eu sempre me excitava imaginando que os homens se masturbavam e gozavam por minha causa quando me exibia por aí... Mas aquilo foi muito concreto. Tentava dormir, mas a imagem do Beto se masturbando enquanto olhava minha bundinha não saía da minha cabeça. Enfiei meus dedos na minha boceta e gozei mais uma vez antes de dormir... E já acordei com a cabecinha a mil... Tomei meu banho e, dessa vez, já coloquei uma das minhas saias curtíssimas mesmo. E a manhã inteira foi aquele clima... Me molhava toda só de sentir os olhares, não só do Beto, como dos vendedores e clientes. E quanto mais se aproximava a hora de fechar a loja, mais nervosa e ansiosa eu ficava. Pelo jeito dele, eu sabia que alguma coisa ia acontecer. Depois do meio dia (era um sábado), ficamos só nós dois. Ele se sentou na cadeira que fica em frente a minha mesa e me perguntou se eu tinha achado precipitado o que ele tinha feito. Nossa! Tudo o que eu queria era que ele enfiasse o pau dele em mim e ele pergunta isso? Mas a única coisa que eu respondi é que eu tinha gostado. Daí ele falou que estava meio confuso, porque tinha o Guilherme e não sabia exatamente até onde poderia ir comigo... Aí percebi que dependia de mim. Então me levantei, dei a volta na mesa e sentei no colo dele e falei: “Não se preocupe com o Gui. Ele sabe que você mexe comigo...”. Eu me mexia devagar no colo dele e já podia sentir seu pau duro na minha bundinha. Daí ele me falou que já tinha casado, separado, até filho tinha. Falou que tinha tido várias namoradas depois disso, mas tudo muito sério e o que ele queria realmente era uma putinha Então comecei a morder a orelha dele e cochicar no seu ouvido: “Se você quiser, eu posso ser essa putinha... Por que é isso mesmo que eu sou: uma puta”. Ele gemia, e pediu pra eu repetir. E falei de novo no ouvido dele: “Eu sou uma puta, uma vadia, sem vergonha. Adoro sentar e me esfregar num pau duro, como agora... Põe tua mão no meio da minhas pernas e você vai ver como está minha boceta...”. E ele fez isso. Seus dedos lá dentro chegava a fazer barulho de tão molhada que eu estava. Daí ele ficou louco. Me levantou e me debruçou sobre a minha mesa. Levantou minha saia, abaixou minha calcinha e começou a me chupar. Chupou um tempo, parou e disse: “Me espere assim mesmo, cadela, não saia daí...”. E foi até a mesa dele, pegou um preservativo. Na volta falou: “Isso vadia... Tudo o que eu queria era uma putinha obediente como você...”. Parou atrás de mim e comecei a sentir suas mãos na minha bunda. Em seguida senti seu pau duro esfregando minha boceta. Eu tentava olhar pra trás e pedia pra ele enfiar. Mas ele só passava seu pau, sem penetrar, e disse: “Não agüenta mais, né Lu? Ta louca de vontade que eu enfie na tua boceta, né?” Eu quase implorei... eu queria... Daí ele enfiou, e puxava meu cabelo como querendo me obrigar a olhar pra trás, e começou a falar: “Satisfeita agora, com tua boceta preenchida? Uma puta como você não agüenta muito tempo sem levar vara, né? Sabe porque não te fodi ontem? Porque eu não tinha camisinha e uma vadia como você deve dar a boceta pra qualquer um, né cadela? E eu não vou enfiar meu pau na boceta de qualquer uma assim...”. Era incrível como aquele jeito dele estava me deixando louca... Eu me sentia “a puta”... Ali, totalmente submissa aos caprichos dele, como se ele tivesse me pagando pra isso... E falou muito mais. Daí gozamos. Ele soltou seu corpo sobre o meu, em cima da mesa. Então eu percebi que ele era realmente diferente...
21:59
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20/05/2004
Agora vocês já sabem como o Beto “entrou” na minha vida... E na semana seguinte ao churrasquinho de aniversário, ele me ligou perguntando se eu estava realmente a fm de “pular” do meu emprego e, em caso positivo, tinha uma proposta de trabalho pra me fazer. O fato é que eu conversei com o Gui sobre isso e, um mês depois, já estava trabalhando com o Beto. E as coisas foram esquentando, já a partir da primeira semana. No primeiro dia, fui decentemente vestida...rsrs. Sem decotes abusados, nem pernas de fora. O Beto passou o dia inteiro comigo, me passando tudo o que ele queria que eu fizesse. No final desse primeiro dia, ele falou sobre o que tinha acontecido na casa dele... Começou falando que achava que o Gui tinha bebido um pouco demais, mas logo depois falou, na cara dura, que tinha gozado muitas vezes lembrando meu jeito safado e sem vergonha de ficar me exibindo, mostrando a calcinha, na frente do meu marido e dele. Disse também que se arrependeu de concordar em parar por ali mesmo, e fantasiou várias vezes o que poderia ter acontecido. Disse pra ele que tinha prometido que a brincadeira ia continuar, e pra mim promessa é dívida. Antes de ir embora nesse dia, comentei do calor e ele falou que eu não devia me preocupar em colocar tanta roupa pra trabalhar, que eu podia usar as roupas que eu estava acostumada a usar mesmo... Safado, né? Achei ótimo, pois poderia unir o útil ao agradável... E aí começou um joguinho de provocações, coisa que adoro. Apesar de não usar minhas minis escandalosas, passei a trabalhar de saia, abusando um pouco dos decotes. A mesa do Beto ficava ao lado da minha e sempre que me virava pra falar alguma coisa com ele, deixava minhas pernas entreabertas pra provoca-lo. Mesma coisa quando tinha que pegar algo nos armários. Dava aquelas abaixadinhas tradicionais...rsrs. Fazia isso e olhava pra ele com cara de safada mesmo. Dava pra ver que ele estava adorando a brincadeira. As vezes ele se aproximava da minha mesa pra falar alguma coisa, parava de pé no meu lado e dava pra ver o volume da calça dele. E eu olhava por pau dele mesmo assim. Minha vontade era de por a mão, tirar pra fora e colocar na boca. Mas me controlava... Até que na primeira sexta-feira que eu estava trabalhando lá, ele me pediu se eu podia esperar um pouco no final da tarde, que queria falar comigo. Esperou todo mundo sair e falou que estava ficando maluco, que tava adorando trabalhar com uma mulher tão safada e queria me pedir uma coisa. Disse que tinha visto algumas vezes durante a semana eu subindo e descendo aquela escada, mas queria fazer isso com calma, e tempo. E pediu se eu subiria pra ele agora, com a loja fechada. Falei que sim. Ele arrastou uma poltrona até perto da escada, sentou e pediu pra mim ir. E eu fui, subindo devagar e provocando o máximo que podia. Quando cheguei no meio da escada ele pediu pra eu parar. Olhei pra trás... Ele estava esticado na poltrona, se masturbando... Achei loucura... Pensei que tudo o que eu queria ele sentar naquele pau... Eu estava ali, fácil, louca por ele e ele ficou lá embaixo, se masturbando. Daí ele pediu que eu levantasse minha saia... Fiz isso e ele falou: “Ai Luana, que tesão... Passei a semana imaginando e agora to vendo... Essa bunda gostosa, com essa calcinha enfiada no meio dela...”. Comecei a me excitar com a brincadeira também... Afastei minha calcinha e comecei a me masturbar, enquanto ele falava coisas tipo gostosa, safada... E gozamos assim, sem nos tocarmos. E a partir disso comecei a participar, aos poucos, das taras do Beto... E ele é maluquinho...
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