13/06/2004
Depois daquela “tentativa de strip”, me dei conta que eu estava realmente sendo a putinha deles... O Gui e o Beto já estavam pelados... Deitei na mesa, abri minhas pernas e comecei a me masturbar na frente deles... Passava meus dedos com força por cima da minha calcinha, empurrando ela contra minha boceta ensopada. Colocava meu dedos sob a calcinha e enfiava em mim mesma... Aí senti outra mão junto com a minha. O Gui se colocou no meio das minhas pernas e enfiava seus dedos dentro da minha boceta misturando com os meus dedos e minha calcinha molhada... No lado dele, o Beto se masturbava. Me sentei na mesa e segurei o pau do Gui. Falei pra ele que queria sentir ele na minha boceta. Ele disse que ainda não: “Antes você vai ter que me chupar... Vai ter que colocar meu pau e o pau do Beto na boca, sua vagabunda...”. Fiquei louca. Desci da mesa, me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar... O Beto chegou do meu lado. Aí comecei alternar entre o Gui e o Beto, chupando um enquanto masturbava o outro... A essa altura, o Paulista já estava com a bermuda aberta também, e segurava seu pau duro, ainda embaixo da cueca. Mas não se aproximava... Aí comecei a esfregar o pau do Gui no meu rosto, olhei pra ele e falei: “Quero chupar o pau dele também... Chama ele aqui... Deixa eu por o pau dele na minha boca... Deixa eu chupar os tres”. Chupei mais um pouco enquanto os dois me xingavam de putinha, vadia... Falaram um monte, até que o Gui me levantou e me deitou na mesa de novo. Afastou minhas pernas e colocou seu pau na minha boceta, finalmente. O Beto veio pelo lado e colocou seu pau na minha boca... Mal senti o pau do Gui penetrar minha bocetinha, comecei a gozar... Gozei chupando o pau do Beto, que abafava meus gemidos... E eles continuaram... Daí, o Gui me virou, me deixando de bruços na mesa. E começou a passar seu pau na entrada do meu cuzinho... Eu segurava no pau do Beto, e pedia pra ele: “Fala pro Gui enfiar o pau dele na minha bundinha, fala... Pede pra ele”. E o Beto disse: “Voce quer muito, né cadela? Não vê a hora que ele enterre o pau no seu cu... Fala, putinha...”. E eu disse: “Quero que ele enfie o pau duro dentro da minha bunda...”. E senti o pau do Gui entrar dentro do meu cu... A sensação do pau dele no cu me deixava maluca... Logo, ele mudou novamente minha posição. Me colocou de costas, levantou minhas pernas e voltou a enfiar seu pau na minha bundinha. Voltei a chupar o pau do Beto, enquanto o Gui falava que eu era muito puta... Daí olhei pra ele e pedi novamente: “Deixa eu chupar o pau dele também...”. E olhava pro Paulista. Percebi que o Gui fez um sinal pra ele, e ele veio. Ficou no lado do Beto. Chupava um e outro enquanto sentia aquele tesão maluco que era o pau do Gui no meu cuzinho... Comecei a gozar novamente. Parei de chupar os dois enquanto gozava... Segurava o pau do Paulista com minha mão, enquanto o Beto esfregava o pau dele no meu rosto, segurando meus cabelos. Eu estava tonta. Ouvia o Beto falando que eu era uma puta enquanto olhava a cara de tesão do amigo dele. Me sentia uma depravada, um tesão animal... Lembro que o Beto falou que ia gozar também, então voltei a chupa-lo... E ele gozou na minha boca... Nem percebi na hora, mas quando parei de chupar o Beto, o amigo dele já tinha gozado também... no meu pescoço, nos meus seios... Levei minha boca até o pau dele, todo melado... E ainda senti o Gui tirar o pau do meu cuzinho e gozar em cima demim...
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09/06/2004
Prosseguindo... Chegando lá fora, o Paulista deu parabéns pro Gui, falando que ele tinha sorte de ser casado com uma mulher “sem tabus”... O Gui respondeu: “Sorte tem ele (apontando pro Beto). Me vendeu o carro e comeu minha mulher... E olha que já vendi aquele carro”. Daí o Beto falou: “Pára Guilherme... Você sabe que não ganhei nada naquele carro...”. Disse isso, e me abraçou por trás, me puxando contra o corpo dele,e falou no meu ouvido: “Mas foi o melhor negócio que já fiz... Achei a putinha dos meus sonhos...”. Começou a beijar meu pescoço, levantou minha saia e enfiou sua mão por dentro da minha calcinha. Ele adora fazer isso. Me tratar como putinha na frente de outras pessoas. Sentiu minha boceta molhada e falou: “Hum, molhadinha hein? O que vocês estavam fazendo lá dentro, hein safada?”. Resolvi provocar ele: “O que você acha, hein? Que eu peguei no pau dele e bati uma punhetinha pra ele? Ou será que fiquei de quatro pra ele brincar com minha bundinha?”. Ele disse que eu não prestava. Eu estava tontinha... Da bebida, do tesão, de tudo... Daí ele sentou, e continuaram a conversar. Ele me segurou, e eu fiquei de pé, no lado dele. Enquanto conversávamos, suas mãos passeavam debaixo da minha saia. Ficava passando a mão na minha bundinha, nas minhas coxas, subia até encontrar e apertar minha bocetinha. Daí sentei de novo no colo dele. Começamos a nos beijar. Ele chupava minha língua, lambia meu pescoço. Suas mãos ora nos meus seios, ora no meio das minhas pernas. E eu, tontinha, sentia meu rosto pegar fogo. O tesão era muito. Me comportando como uma putinha na frente do meu marido e de um cara que mal conhecia. Até que o Gui interrompeu e falou: “Ei Beto... Vai monopolizar?”. E o Beto parou e disse: “Vou não, véio... Todo mundo vai se divertir...”. Aí se levantou, me segurando no colo... E me segurei no pescoço dele. Senti que ele estava me mostrando todinha pros dois, pois minha saia estava levantada e a minha calcinha afastada, deixando minha bocetinha de fora. E ele caminhou comigo assim até o Gui, depois até o Paulista e disse que o show da Luana estava só começando. Daí me levou até uma mesa, me colocou ali e falou pro amigo dele: “Aï cara... Você vive me cobrando que nunca te levei pra “bocada”... Dessa vez não vai dar de novo, mas a putinha é de qualidade... Vai fazer um strip pra nós...”. Fiquei de pé e disse que não rolava, que não sabia fazer strip... Ajeitei minha saia e minha calcinha. Eles insistiram. O Beto levantava minha saia... Aí o tesão voltou com tudo. Eu vendo os três lá do alto... Me virei de costas pra eles. Levantava e abaixa minha saia. Ameaçava tirar a calcinha. O Beto ficou o tempo todo do meu lado, e depois o Gui veio também. Me falaram depois que estavam com medo que eu caísse. E na verdade, eu estava bem tontinha mesmo. De vez em quando parava um tempo ali mesmo, me abaixava pra tomar um gole do copo do Gui ou do Beto. Fiquei naquele exibicionismo um bom tempo. Mas fui uma puta “decente”. Só ameacei, e não tirei a calcinha, apesar de ter mostrado minha bocetinha várias vezes pra eles. Depois de uma ou duas “desiquilibradas”, resolvi sentar na mesa. E só aí percebi que o Beto e o Gui já estavam sem bermudas, só de cueca... Essa parte eu perdi mesmo... Mas o Paulista continuava vestido. Não tinha como disfarçar o pau duro sobre a bermuda e, com frequência ele levava a mão até ele. E, a essa altura, eu queria mais, muito mais... Já fazia umas cinco horas que eu estava provocando e sendo provocada, não tinha mais o que esperar. E o post estourou de novo...Mas no próximo eu termino de vez...rsrs
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