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  Me deixam molhadinha...
 
















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16/08/2004
Sobre aquele dia ainda... A princípio não sabia do que se tratava. Achei que era apenas um churrasco normal dos amigos do Beto. Ele não queria ir, mas eu falei que era cedo pra caramba ainda e tava a fim de sair. Fomos e só quando chegamos lá percebi que era uma festa “diferente”. O Beto explicou que era uma festa prum amigo que ia casar na próxima semana. No começo fiquei totalmente deslocada e grudei no Beto. Na verdade eles estavam separados em 2 grupinhos: um próximo a churrasqueira e outro grupinho de quatro rapazes, bem mais novos, que estavam na maior bagunça do outro lado. Ficamos conversando com o pessoal próximo a churrasqueira. Começou uma zoeira no outro grupinho e, de repente, um deles estava totalmente nu. Era o rapaz que ia casar. Passada uma meia hora que estávamos lá, chegou outro cara acompanhado de duas mulheres. Ele tinha tido a tarefa de buscar algumas putas pra animar a festa. Foram direto de encontro ao outro grupo. O “noivo” estava sentado numa mesa, nu, visivelmente embriagado. Os outros fizeram um círculo em volta das meninas, conversaram alguma coisa e uma delas partiu direto pra cima do noivo. E rapidinho ela já estava pagando um boquete legal pra ele. O Beto conversava com um outro amigo dele e sugeriu que nos afastássemos um pouco. Fomos os três até o início de um corredor no lado da casa, e me encostei no capo de um carro. O Beto começou a passar as mãos nas minhas pernas e perguntou pro amigo dele se ele estava a fim de um pouco de diversão. Daí falou pra mim: “Abre as pernas, Lu”. Apoiei meu corpo com as mão no capô, sentada, e abri pernas. E o Beto falou pra ele: “Enfia o dedo na boceta dela”. E ele veio. Afastou minha calcinha passou os dedos na minha boceta. Mesmo sem enfiar os dedos ele falou: “Como essa mulher ta molhada!”. Eu continuava encarando o Beto, mas quando o cara enfiou um dedo na minha boceta, fechei os olhos. Então o Beto forçou meu corpo pra trás, e eu deite totalmente no capo do carro. O cara continuou na frente do carro mexendo na minha bocetinha e o Beto veio pro lado e começou a me beijar. As vezes ele parava de me beijar pra falar comigo: “Como você ta puta assim... O Guilherme ia adorar ver a vagabunda dele aqui, agora...”. Falava e voltava a enfiar a língua na minha boca aberta de tesão. O outro continuava me levando a loucura com seus dedos. Ora enfiava um, ora dois, as vezes mexia com força e rápido, as vezes lentamente. Depois de algum tempo, senti que ia gozar e falei pro Beto: “Esse cara vai me fazer gozar...”. Então ele se afastou e disse: “Vadia... Goza na mão de qualquer um, né? Então vai... Goza que eu quero ver sua carinha safada enquanto goza...”. Tentei ficar encarando o Beto enquanto gozava, mas não conseguia manter os olhos abertos... O cara me fez gozar muito gostoso. Achei que merecia uma recompensa. Então desci do carro, abri a calça dele e tirei seu pau, já duro, pra fora. Comecei a masturbá-lo enquanto falava pra ele: “Adorei seus dedos na minha bocetinha. Você sabe levar uma mulher a loucura com eles. Da próxima vez vai ser esse pau duro e gostoso...” Ele permaneceu quieto, e não demorou a gozar. Estávamos quites...rsrs. Daí nos juntamos com os demais. Apesar daquela turminha continuar na maior animação, não vi rolar sexo ali. Apenas o boquete do noivo e uma ameaça de strip de uma das meninas. Ficamos ali mais um pouco e fomos embora. Já estava dentro do carro quando meu amigo “dedos mágicos” se aproximou e me fez um pedido estranho: queria minha calcinha de lembrança. Puxa, eu adorava aquela calcinha, mas ele realmente merecia. Tirei ela dentro do carro mesmo. Entreguei pra ele. Ele deu um beijo nela e guardou dentro da calça... Pode isso!!!



05:45

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11/08/2004
Oi gente... Demorei, mas voltei. Os posts estão ficando mais demorados, né? Vou tentar mudar isso, mas a verdade que no início tudo era novidade. Agora não. Por exemplo: depois que contei aqui uma transa minha com o Edu, no ap. do amigo dele, já transamos mais três vezes. Só que seria repetitivo eu vir aqui e contar tudo de novo. Podem ter certeza que assim que acontecer uma transa bem “diferente”, eu conto. Mesma coisa o Gui. Já até comentaram que eu transo mais com meus amantes do que com o Gui. E não é verdade. O Gui é o homem que dorme e acorda do meu lado e, até por conseqüência, é o meu amante mais assíduo. Falo mais do Beto porque ele é quem “inventa moda”... rsrs. Dias atrás, fiquei sozinha em casa. O Gui e os meninos viajaram. Então o Beto pediu que eu dormisse na casa dele. Era uma sexta-feira e quando fui trabalhar cedo, já levei uma “malinha” no carro. E saímos direto da loja pra casa dele. Chegando lá, ele entrou direto pro banho. Fiquei deitada na cama dele, vendo TV e esperando minha vez. Até que ele me chamou e pediu que entrasse junto com ele. Claro que fui, né? Tirei minha roupa e entrei no banho também. Daí a putinha virou rainha... rsrs. Ele começou a passar suas mãos pelo meu corpo inteiro, fazendo bastante espuma com o sabonete. Lavava meus seios, minha barriga, minhas costas. Depois se agachou e começou a lavar minha bundinha, minhas pernas... Me apoiei com as mãos na parede, de costas pra ele, e fiquei curtindo suas mãos que passeavam na minha bunda, cuzinho e bocetinha... Afastei um pouco as pernas e suas mãos continuavam me alisando, agora no interior das minhas pernas... Continuei de pé, de costas pra ele. Daí ele se ajoelhou de vez. Senti seus dedos forçando a entrada do meu cuzinho. Ele adora fazer isso e, quando faz, desperta a putinha que eu sou. Aquele tesão de vadia mesmo. Então coloquei minhas mãos na bunda, e com elas abria meu cuzinho, dando sinal verde pra que ele me penetrasse com os dedos. Enquanto abria minha bundinha pra ele, pedia: “Enfia seus dedos no cu da sua puta, vai! Enfia que quero sentir eles na minha bundinha.”. E ele fez isso... Seus dedos me invadiram com uma facilidade incrível. Acho que a maneira que eu abri minha bundinha pra ele, associada a espuma do sabonete facilitou tudo. Ficamos nessa brincadeira um tempinho. Até que saímos do banho, nos enxugamos e fomos até a sala. Enquanto ele preparava uma bebida pra nós, perguntou se eu queria sair pra jantar antes ou depois de transarmos. Como resposta fui até ele. Aí foi minha vez de se ajoelhar na frente dele, pegar seu pau e respondi: “Antes e depois...”. E enquanto ele continuava mexendo com as bebidas, comecei a chupá-lo. E senti o pau dele crescer dentro da minha boca. Estávamos assim quando tocou o telefone. Nem precisei parar de chupar, pois o telefone estava no lado dele. Enquanto ele falava fiquei lambendo o pau dele e olhando pra ele. Percebi que ele estava se desculpando, falando que não ia poder ir ou coisa parecida, até que terminou a ligação falando que ia tentar ir. Eu, esfregando o pau dele no meu rosto, perguntei aonde ele “pensava” que ia... E era a tal festa de despedida de solteiro. Depois eu conto isso, mas já vou adiantando que não “dei” pra galera toda, não... rsrs.

23:00

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