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  Me deixam molhadinha...
 
















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30/08/2004
É... Vocês sabem das coisas... Esse lance do ônibus rola mesmo. Se ele estiver lotado e tiver uma safada como eu pra facilitar as coisas, não é difícil de acontecer. Aqueles que comentaram falando que se excitaram com isso, podem ter certeza que comigo não foi diferente. Molhei a calcinha pra valer. Cheguei em casa com a bocetinha melada. E vou fazer muito disso, a partir de agora. De vez em quando vou estar dentro de um ônibus desse oferecendo a bundinha pra algum taradinho se aproveitar. E vou querer também dar aquela aprontada que falei no último post. Aqui onde moro não posso exagerar, mas em outra cidade não tem problema. Gozei já me imaginando no meio de um ônibus lotado com a saia na cintura... Uma sainha daquelas que, quando me virem no ponto do ônibus já vão perceber que eu to a fim de sacanagem mesmo... E lembram que eu comentei também de um lance parecido que tinha acontecido comigo na Arena? Pois então, foi rapidinho, mas gostoso também... Foi num dos últimos jogos do Atlético no campeonato de 2001, contra o São Paulo, se não me engano, à noite. Sei que na saída, por algum motivo, aquele monte de gente começou a andar muito devagar, obrigando as pessoas se espremerem naquela galeria. O Gui estava na minha frente e eu agarrada nele, pra não me perder dele na confusão. Sentia as pessoas se esfregando em mim, mas não achei que fosse alguma sacanagem, pois naquela situação, era normal isso acontecer. Até que, de repente, me dei conta que o contato contra minha bundinha já não alternava mais. E pensei: “Será que o cara ta se aproveitando da situação”. Eu estava com uma calça de malha fina, justa no corpo. Comecei a me movimentar no local mesmo, rebolando “acidentalmente” contra o corpo atrás de mim. Em nenhum momento pensei em olhar pra trás. Nem sabia se era um homem, uma mulher, um jovem, um velho... Até que senti alguma coisa dura apertando minha bunda. Na hora não pude ter certeza, mas pensei comigo mesma que era o pau do cara atrás de mim. E, no momento seguinte, senti suas mãos na minha cintura. Não me assustei, acho que até esperava algo assim. Tirei uma das minhas mãos do Gui e levei até a mão do estranho, que estava na minha cintura. Apertei aquela mão, dando sinal de que estava de acordo com a brincadeira. Aí ele me puxou com força pra trás, e eu pude ter certeza de que realmente era o pau dele o que eu estava sentindo. Voltei a segurar o Gui com as duas mãos enquanto o carinha atrás se divertia com minha bundinha. Ele ainda conseguiu descer uma das mãos até minha bocetinha, sentindo o volume dela por cima da malha. Depois voltou e começou a enfiar uma das mãos por dentro da minha calça. Chegou a puxar o elástico da minha calcinha, mas aí já estávamos chegando perto da saída do estádio e aquele “aperto” começou lentamente a diminuir. E, do mesmo jeito que ele apareceu, sumiu também. Já fui outras vezes na Arena, em outros jogos que também lotou o estádio, mas nunca mais aconteceu algo parecido. Mas que é muito gostoso um sarrinho assim, isso é!!! E não fiquem bravos comigo, ta? Mas é que eu adoro o Atlético... Aquele estádio lotado é um tesão. Aquela torcida vibrando e cantando é um tesão... Os torcedores dos outros times não fiquem chateados comigo, ta? Porque eu me exibo pra todos, ok?

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26/08/2004
Gente, dá uma olhada nesse e-mail que recebi: “Imagine vc dentro de um onibus lotado de homens, vc de sainha fininha e calcinha no rego. Vc está no final do onibus e precisa chegar na frente. Vc conseguiria isso? Dê asas à sua imaginação putinha safadinha...”. Um ônibus lotado de homens mexe mesmo com a imaginação de qualquer putinha! E recebi outros e-mails falando do mesmo tipo de fantasia. E como já fazem alguns meses que não encarava o “buzão”, nos últimos dias tinha pensando em “ver qual é”. E foi hoje... O Beto está viajando e passei a tarde inteira com uns papos diferente com um vendedor nosso. Adoro fazer isso as vezes. Num papo sacana o cara vê que se trata de uma safada... Se bem que na loja é chover no molhado, porque todos ali sabem que eu não presto mesmo...rsrs. Um pouco antes de fechar a loja fui até o banheiro. Coloquei meu dedinho na boceta e senti a umidade dela, provocada pelas liberdades que eu tinha dado pro vendedor. Comecei a me masturbar... E aí veio aquele tesão de querer provocar. Então resolvi deixar o carro na loja e voltar de ônibus pra casa. Ainda pensei na possibilidade de encontrar meu vizinho, já que faz algum tempo que não o vejo. Não encontrei, mas o “passeio” valeu a pena. Como pego o ônibus no ponto inicial, quando entrei ainda tinha vários lugares pra sentar, mas preferi ficar de pé mesmo. Rapidinho aquilo estava “lotado” mesmo. Eu ficava observando o pessoal subir em cada parada. E, aquela altura, eu ainda podia escolher. Conforme a pessoa que vinha, eu me espremia o máximo contra o banco, dando passagem. Agora, dependendo de quem vinha, eu fazia questão de ficar mais “relaxada”, tornando o contato inevitável. Até a metade do percurso perdi as contas das “encoxadas” que levei... Então resolvi que era hora de aproveitar um pouco mais... A impressão que eu tinha é que não cabia mais uma agulha ali, mas decidi ir até o final do ônibus. E entrei no meio do “povo”. Por um momento me arrependi, pois eu não podia escolher mais nada agora. As vezes queria evitar alguém, pelo jeito, pela aparência, mas era impossível. Então pensei comigo mesma: “Quem ta na chuva é pra se molhar mesmo... Desde quando vagabunda como eu pode escolher!!!”. Aquilo me deixou mais tarada ainda! Continuei... Um braço levantado pra segurar, e esfregando meus seios, minha bundinha (mesmo sobre a calça jeans)... Enfim, me esfregando toda... A única situação parecida com essa tinha acontecido na saída de um jogo de futebol na Arena há algum tempo atrás, mas isso eu conto outro dia. Chegando no fim do ônibus, escolhi uma “vítima”. Fui me “espremendo” no meio de todos até que me posicionei na frente dele. A princípio ele deve ter me achado muito mal educada, pois abriu passagem e eu não passei... rsrs. Parei na frente dele. E na primeira curva que o ônibus fez, meu corpo foi “acidentalmente” mais pra trás. Fiquei com minha bundinha encostada nele. Conforme as pessoas passavam por trás dele pra descer, ele se obrigava a pressionar seu corpo contra o meu. Até que adotamos uma posição definitiva. Eu não ia um centímetro pra frente, e ele não ia um centímetro pra trás. O resto, o próprio balanço do ônibus se encarregava de fazer... Foi uma delícia... Agora pouco eu estava conversando com o Gui sobre isso. Peguei no pau dele e cochichei: “Que tal eu colocar uma das minhas minis bem curtinhas... Aquelas que, só de levantar o braço já mostra a bundinha... E entrar assim num ônibus lotado... Você ia gostar de ver a vadia da sua mulher assim, quase de bundinha de fora, né?”. Sabem que ele adorou a idéia? E falou que vamos fazer isso. Só que ele vai junto, e, por segurança, em outra cidade... Não vejo a hora e, quando rolar, conto em detalhes...

Fotinho tirada no corredor de um hotel em Foz... Depois de ter me exibido "muiiiito"... Acho que é a sainha ideal... A brincadeira já começa na hora de subir a escadinha do ônibus... rsrs.

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