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  Me deixam molhadinha...
 
















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04/10/2004
Deixa eu falar da visitinha “deliciosa” que eu recebi semana retrasada. Era um dia muito quente e resolvi vir pra casa cedo, direto da Loja. Cheguei em casa, tomei um banho gostoso, coloquei uma mini e uma blusinha. Liguei o computador e fui até a cozinha pegar um refrigerante, quando tocou a campainha. Espiei na janela e vi meu vizinho e o primo dele. Gritei um “já vai”, mas quando ia abrir a porta, tive uma idéia. Gritei de novo, fui até o quarto e tirei a calcinha. Pensei comigo: “Mostrar ou não mostrar eu decido depois, mas vai ser gostosa a sensação de estar “peladinha”, com uma mini curta pertinho deles”. Então fui até o portão, e enquanto destrancava fui me explicando: “Desculpe a demora, mas é que tinha acabado de sair do banho e tava só de camiseta... Não ia ficar bem sair assim... Então fui colocar uma saia...” Convidei eles pra entrar. Já dentro de casa meu vizinho falou: “Pronto, agora pode ficar a vontade novo, se quiser...”. E eu respondi: “Mas a vontade do que já estou, impossível...”. Eles sentaram num sofá, eu no outro e começamos a conversar. Falei que era um milagre eles ali, e ele retrucou dizendo que eu tinha sumido, e tinha dado saudades: “Quando não te conhecia, te via no mínimo duas vezes por semana. Agora que somos amigos, fico duas semanas sem te ver...”. Expliquei que estava correndo pra caramba, sem tempo pra nada. Os dois olhavam com freqüência para minhas pernas. Ofereci cerveja pra eles, e, quando levantei pra buscá-las, percebi que estavam olhando pra elas de novo. E pensei: “Agora foi, se eles viram, viram...”. Voltei com as cervejas e sentei novamente, tomando meu refri. Meu vizinho se levantou e continuamos conversando assim. Imaginei que o safadinho estivesse procurando me ver por outros ângulos. Na verdade nenhum dos dois eram discretos com os olhares, eu estava adorando... Daí chegou uma mensagem no meu celular, e como meu vizinho estava próximo do aparelho, pedi que ele me alcançasse. Ele pegou, olhou e disse: “Vou ver, ta?”. Respondi que tudo bem, achando que era a operadora mandando mensagenzinhas tipo cotação do dólar, bomba no Iraque... Até que ele começou a ler: “Aí vadia...”. Nossa, quando ele falou isso pulei do sofá, fui na direção dele. Ele levantou o celular pra cima e eu ficava puxando o braço dele tentando alcançar o telefone. Ele falava que era sacanagem, que eu tinha deixado ele ler a mensagem. Ficamos numa “guerrinha” e me toquei que, além de estar no maior esfrega “acidental” com ele, estava totalmente exposta ao primo dele, sentado no sofá. Ora ele levantava o celular, ora colocava pra trás do corpo dele, e eu desesperada tentando tirar dele. Até que ele sentou no sofá onde eu estava. E eu grudada nele. Até que ele disse:”Vamos chegar num acordo. Se você não deixar, eu não leio... Mas você disse que eu podia... Acho que não tem nada demais..”. Respondi: “Ta, tudo bem... Vamos ler juntos então, põe ele no meio de nós dois...”. Só aí é que fui ver meu “estado”. A saia tinha subido um monte. Meu vizinho eu não sei, mas o primo dele tinha visto tudo, com certeza. Me ajeitei no sofá, puxando a saia. Ele também sentou direito e fomos ler a mensagem: “Aeee vadia. Fico devendo meu boquete hoje. Tudo bem, paga amanhã... 2...hahaha”. Putz, era do Beto, mas falei que era sacanagem do Gui. E o espertinho “ligado” perguntou: “Ele não vem pra casa hoje? Porque pagar só amanhã?”. Dei uma desculpa e ficamos mais uma hora conversando. Quando o primo dele foi no banheiro, ele me disse que tinha sonhado comigo várias vezes. Pedi pra ele contar, e ele disse: “Agora não dá tempo... Passa lá em casa qualquer hora dessas que eu te conto...”. Ainda não fui lá, mas to muito curiosa. E não tenho a menor dúvida o “tipo” de sonho que ele teve...


21:20

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30/09/2004
Gente, não trabalho na Globo, mas “to toda enrolada...” O feriado foi no começo do mês e eu ainda não contei tudo o que aconteceu. Então, vamos lá. Quando o Paulista gozou (e só faltava ele), o dia já estava quase amanhecendo. O Gui foi tomar banho, o Paulista e o Beto se esticaram no sofá. Tudo bem que o sofazinho era “judiado”, mas tive que limpá-lo, pois apesar do Beto ter gozado no meu rosto, um pouco escorreu no sofá. E o Beto comentou com seu amigo: “Mas é muito putinha mesmo... A carinha toda melada... Tem porra até no cabelo e... limpando o sofá”. Fiz uma careta pra ele, passando a língua sobre os lábios, como se quisesse alcançar o resto de porra que tinha no meu rosto ainda. Ele sabe que quando goza no meu rosto eu não tenho a menor pressa de limpar. Depois eu fui pro banho e eles foram atrás. Não rolou mais sexo aquela hora, mas tomei banho com o Beto, enquanto o Paulista ficava esperando, e depois tomei banho com o Paulista, enquanto o Beto e o Gui ajeitavam os colchões. Quando saímos, vi que os safados tinham colocado todos os colchões na sala. Na verdade, o único quarto era realmente um forno. Deitei só de calcinha no meio deles. A minha vontade era de rolar no meio dos três, mas tava com muito sono, e dormi. Tinha a impressão que não tinha dormido quase nada ainda, quando senti que me descobriram, puxando o lençol. Abri os olhos e vi que os três já estavam de pé, se preparando pra ir pro rio. Resmunguei um “ninguém merece” pra eles... O Beto veio e afastou minha calcinha pro lado, deixando minha xaninha de fora. Aí eu reclamei com eles: “Deixa eu dormir só mais uma horinha, vai... Podem olhar a vontade, mas não mexam em mim agora...”. Deitei de bruços, coloquei o travesseiro em cima da cabeça, ouvi eles falarem mais alguma coisa, e dormi novamente. Acordei quase meio dia, e fui de encontro aos meus “namorados”. Nunca vi três homens falando tantas bobagens. Acho que o rio transforma esses caras. Mas rimos muito. Até que o Gui falou eu devia brincar mais um pouco com o Paulista, pois afinal ele iria pra São Paulo depois do feriado. Então subi com ele pra casinha, enquanto o Beto e o Gui continuaram na beira do rio. Aï fomos mais objetivos. Tiramos a roupa rapidinho, e ele começou a me beijar, passando as mão em todo meu corpo. Ele se abaixava um pouco e eu sentia o pau dele duro batendo nas minhas coxas, já de camisinha.Eu tentava esfregar minha bocetinha contra ele. Até que ele segurou minhas pernas, me levantou e encaixou seu pau na minha boceta, de pé mesmo. Eu adoro transar assim. Estou acostumada a ouvir as piores coisas nessa hora, e ele é meio quieto. Então eu falei no ouvido dele: “Me fode com força... To adorando teu pau dentro da minha boceta...”. Aí sim, ele falou, baixinho: “Sua puta...”. Pedi pra ele: “O que você falou??? Fala mais alto...”. E ele falou: “Puta...”. Pedi de novo: “Mais alto...”. Ele ele falou mais alto: “Sua puta, vagabunda... Vai me fazer gozar de novo!”. Senti seus joelhos dobrarem e meu corpo escorregar enquanto ele gozava. Mas não me soltou. Caminhou assim, engatado em mim até chegar no sofá. E ficamos ali mesmo um tempo. Ele parecia mesmo um namoradinho falando que estava triste por ter que ir embora... Na hora de vir embora, o Gui foi eleito a trazer um carro e eu voltei no outro com o Gui e o Paulista. Enquanto um dirigia, o outro se “aproveitava da putinha” no banco de trás. Se revezaram e deu tempo de mais uns boquetes e uns dedinhos sacanas... A noite, já em casa, antes de dormir, o Gui falou que minha bocetinha tava até inchada, pois estava estufada dentro da calcinha...


Delícia ficar assim... Fantasiando com "vários" se masturbando e gozando na minha bundinha...

11:43

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