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  Me deixam molhadinha...
 
















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24/10/2004
Sempre acordo taradinha, mas essa semana tive um sonho que me deixou mais “ligada”. E sonho é uma coisa estranha. A gente não lembra de tudo, muda de lugar de uma hora pra outra. Quando sonho com sexo, acordo muito molhada, mesmo não sentindo nada. Sonhei que estava com aquele amigo do Beto, no banheiro do posto de gasolina, e ele estava estava comendo meu cuzinho. Só que vários homens entravam e saiam o tempo todo. A certa altura do sonho, eu estava de quatro, dando a bundinha, e alguns homens se masturbavam na minha frente. Pra resumir, acordei muito excitada. Como já estava quase na hora de levantarmos mesmo, fui direto no pau do Gui e acordei ele com um boquete. Enquanto ele se espreguiçava na cama o pau dele ia ficando duro. Ele gozou rápido na minha boca... Acho que gozou antes de acordar...rsrs. Ele não estranhou, porque não é muito raro eu acordar ele assim. Mais tarde, quando eu me vesti, ele percebeu que eu estava “naqueles dias”. Coloquei uma calcinha bem pequena, que não consegue cobrir totalmente minha boceta. É bem apertadinha, fica o tempo todo roçando e entrando. Tem horas que chega a incomodar, mas tem horas que me deixa louca de tesão. E passei o dia louquinha de tesão. Provocava os vendedores e alguns clientes que “batem ponto” pra tomar um cafezinho com o Beto. Fiz questão de ir ao banco a pé. Sentia a calcinha roçando na minha boceta e tinha a impressão que tava todo mundo me comendo com os olhos. Mais tarde, o Beto que me conhece muito bem falou pra mim: “Ta no cio, né cadela?”. Respondi pra ele, provocando: “Por mim você fechava a loja agora. Eu ia transar com os teus vendedores pra você ver...”. Ele só riu e disse que sabia que eu seria capaz disso. E foi assim até o final do dia. Eu não perdia a oportunidade de provocar quem eu sabia que podia fazer isso. Depois da loja fechada, ficamos só eu e o Beto. Ele estava sentado na mesa dele e me chamou. Sentei no colo dele e ele falou: “Sabe que faz tempo que estou pensando em fazer uma festinha aqui na loja? Não com os vendedores, pra não misturar as coisas. Mas com clientes, amigos...”. Desceu a mão até o meio das minhas pernas e começou a passar os dedos na minha calcinha enterrada na minha boceta. E disse: “Quantos você agüenta, hein sua puta? Cinco? Seis? Sete?”. A essa altura seus dedos já estavam dentro de mim, e eu falei pra ele: “Se fosse agora, eu ia querer muitos. Queria porra na minha boca, no meu rosto... Queria que gozassem no meu corpo todo...”. Eu falava e gemia ao mesmo tempo. Então ele me levantou e me apoiou na mesa dele. Fiquei de costas pra ele e ele continuou mexendo na minha boceta, até que me deu um tapa na bundinha. Escapou um “ai”da minha boca, porque não estava esperando. Ele falou que eu era uma vadia que ficava mostrando a bundinha pra todo mundo. Eu disse: “Mereço apanhar, né? Então bate na tua puta!”. Me xingou novamente e deu mais um tapa. Senti minha bunda arder, mas o tesão dos dedos dele na minha boceta era maior e falei: “Bate mais forte!”. Nem acreditei que falei isso, mas senti que ia gozar na mão dele e sem pensar pedia, enquanto gozava: “Bate mais...”. Ele me deus mais uns três ou quatro tapas. Quando percebeu que eu gozei começou a se masturbar e gozou nas minhas costas. Sentou relaxado na cadeira e eu, ainda apoiada na mesa olhei pra trás e falei: “Ta doendo, viu seu safado!”. Ele deu uma risadinha, deu um beijinho na minha bundinha e falou que só tinha me dado o que eu merecia. Saímos dali e fomos prum barzinho. Enquanto ele tomava cerveja, comecei a provocar uns carinhas da outra mesa, cruzando e descruzando as pernas o tempo todo. O Beto percebeu o lance e falou que eu tava merecendo apanhar mais. Eu disse: “Nem vem que ta ardendo ainda!!!”. Putz, e tava mesmo... rsrs.


Quer bater na minha bundinha também???

15:08

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