27/10/2004
Depois do meu último post, devo dizer que dor pela dor não me dá tesão. Sempre gostei de, no sexo, levar uns tapinhas na bunda, uns puxões de cabelo. Mas com o Beto não existe meio termo, e quando olho pra ele, com aquela carinha de tesão, e falo pra ele bater na minha bundinha, ele “bate” mesmo. E o tesão não está na dor (apesar de arder pra caramba). O tesão está no fato de eu me sentir bem puta mesmo... Não é sadomasoquismo, é cumplicidade. Ali, submissa aos caprichos daquele homem. E ele tem suas manias. No final do ano passado eu e o Gui fomos passar uns dias na praia. Passeio tipo família, mas no dia seguinte a nossa chegada, o Beto foi fazer uma visitinha. Almoçou conosco, como um amigo mesmo. Mas tinha viajado 600 km!!! Merecia uma recompensa, né? Foi complicado, mas com a ajuda do Gui, conseguimos sair uma tarde sozinhos, sem provocar maiores desconfianças no restante da família. Estávamos dando uma volta de carro e o Beto achou um lugar sem movimento e, apesar do desconforto, transamos no carro mesmo. Ele ficou meio deitado, meio sentado no banco do carro, e eu só afastei o biquíni que estava usando e encaixei minha boceta no pau dele. Pelo perigo de transar ali, fomos rápidos, mas o safado me deu vários tapas na bunda até gozarmos. Assim que gozamos saímos dali e voltamos pra “civilização”. Chegamos na Avenida Atlântica e, quando ele viu um vendedor de cerveja na praia, mas bem próximo a calçada, parou o carro e pediu que eu fosse buscar cerveja pra nós dois. Quando ia descer, peguei a minha canga mas ele segurou minha mão e disse: “Não precisa... Isso fica.” Não estranhei, pois estávamos bem próximos a areia e era normal as mulheres andarem de biquíni ali. Cheguei próximo ao vendedor que estava atendendo alguns rapazes e, instintivamente levei minha mão até a bunda, que tava ardendo ainda. Aí caiu a ficha: minha bundinha estava bem vermelha dos tapas dele! E ele fez questão que eu fosse assim, no meio de tanta gente! Dei uma olhada em direção ao carro e vi a cara do safado. E percebi que não tinha mais o que fazer. Todo mundo ia saber que eu tinha levado uns tapinhas... E, por incrível que pareça, a situação me deu muito tesão, e entrei no clima. Alguns rapazes que já tinham comprado cerveja estavam atrás de mim. Com certeza tinham percebido e resolvi provocar mais ainda. Puxei a parte de cima do biquíni, como se fosse arrumar, e deixei rapidamente meu peitinho a mostra pra eles. Tava uma delícia... Então peguei as cervejas e voltei pro carro, mas não entrei. Já tinha entrado no clima. Me apoiei na porta em que ele estava, empinando minha bundinha. Dei a cerveja pra ele e perguntei: “Minha bundinha ta vermelha, né?”. Ele respondeu: “Vai dizer que não sabia?”. Respondi que não tinha me tocado na hora que saí do carro, mas que tinha adorado a brincadeira dele. E continuei ali mesmo, do lado de fora até acabar a cerveja. O Gui sempre disse que eu não tinha limites, mas com o Beto eu extrapolo mesmo...
Deitadinha no colo...
Adoro uns dedinhos... Assim, fico totalmente "indefesa"...
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